As pessoas são como os seixos
O exterior pode não ser bonito,
Pode ser rugoso ou pulido,
Pode ser incolor ou colorido.
Poucos se dão ao trabalho de ver o interior de cada seixo,
Muitas vezes, antes de ele partir.
Pelo aniversário da minha amiga Minéu que faz no domingo 40 anos!! Está uma senhora...LOLOL
domingo, 11 de novembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Fernando Pessoa
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte
Também tenho um castelozito para construir...
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa - 70º aniversário da sua morte
Também tenho um castelozito para construir...
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Lua
Acende um rastilho em mim
Como a cauda de um cometa
Mostra-me o universo sem fim
Sem sair deste planeta!
Suave ... Lentamente ...
Mas com sofreguidão,
Fazes-me ficar demente
Derretes-me na nossa Paixão....
Temos o tempo da lua
Navegante ou não ela existe
Paira no céu pálida e triste
Mas mesmo assim, chamas-lhe tua.
O que desejas desta estrela
Que brilha no céu da noite, tão bela...
Esta tua lua ... navegante
Que navega, perdida, errante.
Como a cauda de um cometa
Mostra-me o universo sem fim
Sem sair deste planeta!
Suave ... Lentamente ...
Mas com sofreguidão,
Fazes-me ficar demente
Derretes-me na nossa Paixão....
Temos o tempo da lua
Navegante ou não ela existe
Paira no céu pálida e triste
Mas mesmo assim, chamas-lhe tua.
O que desejas desta estrela
Que brilha no céu da noite, tão bela...
Esta tua lua ... navegante
Que navega, perdida, errante.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Hoje
Hoje,
é apenas mais um dia em que não vais notar se estou bem ou mal, porque nem te passa pela cabeça que eu sinta...
Hoje,
terás o meu sorriso mais doce, o meu carinho mais quente, e dirás que estou apenas romântica porque não te vou confirmar nem desmentir...
Hoje,
consegues por o meu coração a bater mais depressa, só por saber que estás aí, por saber que te preocupas, mesmo que aparentemente estejas desligado...
Hoje,
é só mais um dia do calendário, um dia da semana, porque para mim seja que dia da for, deixei de os anotar...
Hoje,
e apesar de ser um dia como outro qualquer, apeteceu-me lembrar-te de mim, que continuo a mesma que conheces e adoras, embora pareça que já nem te lembras...
Hoje,
o que nos zangámos ontem acabou de expirar!
Hoje,
desejo apenas fazer-te feliz!
é apenas mais um dia em que não vais notar se estou bem ou mal, porque nem te passa pela cabeça que eu sinta...
Hoje,
terás o meu sorriso mais doce, o meu carinho mais quente, e dirás que estou apenas romântica porque não te vou confirmar nem desmentir...
Hoje,
consegues por o meu coração a bater mais depressa, só por saber que estás aí, por saber que te preocupas, mesmo que aparentemente estejas desligado...
Hoje,
é só mais um dia do calendário, um dia da semana, porque para mim seja que dia da for, deixei de os anotar...
Hoje,
e apesar de ser um dia como outro qualquer, apeteceu-me lembrar-te de mim, que continuo a mesma que conheces e adoras, embora pareça que já nem te lembras...
Hoje,
o que nos zangámos ontem acabou de expirar!
Hoje,
desejo apenas fazer-te feliz!
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Sê Feliz SFF!
Engraçada esta frase... como uma ordem, uma urgência, um sufoco.
Engraçado como se pode tornar ambiguo uma coisa boa...
Dependendo de quem nos diz, é desdém ou amor, e no entanto, um pedido por favor...
Faz lembrar a dissertação do Miguel Esteves Cardoso acerca do amor pronto a consumir, pronto a vestir, pronto a despir a deitar fora e ser feliz seja de que maneira for, dê por onde der...
Tanta gente que mascára a sua felicidade com alegrias esfusiantes, excessos, pseudo amantes.
O conselho é bom! Sê feliz, mas sem ser por favor...
Engraçado como se pode tornar ambiguo uma coisa boa...
Dependendo de quem nos diz, é desdém ou amor, e no entanto, um pedido por favor...
Faz lembrar a dissertação do Miguel Esteves Cardoso acerca do amor pronto a consumir, pronto a vestir, pronto a despir a deitar fora e ser feliz seja de que maneira for, dê por onde der...
Tanta gente que mascára a sua felicidade com alegrias esfusiantes, excessos, pseudo amantes.
O conselho é bom! Sê feliz, mas sem ser por favor...
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Arquitecto do Tempo
Sou o arquitecto do tempo,
Das coisas que eu invento. S
em espaço, sem nexo,
Aguardando apenas pelo amplexo
Que tarda tanto em chegar.
Traço firme e obstinado,
Deste meu acto oculto, guardado,
Como um segredo perfeito
Que quer explodir no meu peito.
A todo e qualquer momento
Deste tempo que invento,
Sou o arquitecto sem obra
Apenas com tempo a mais, de sobra
Que uso para me inventar...
Uso para não me doer tanto se pensar!
Treme a mão neste meu traço,
Enquanto espero pelo abraço,
Enquanto espero pelo tempo,
Das coisas que eu invento...
Das coisas que eu invento. S
em espaço, sem nexo,
Aguardando apenas pelo amplexo
Que tarda tanto em chegar.
Traço firme e obstinado,
Deste meu acto oculto, guardado,
Como um segredo perfeito
Que quer explodir no meu peito.
A todo e qualquer momento
Deste tempo que invento,
Sou o arquitecto sem obra
Apenas com tempo a mais, de sobra
Que uso para me inventar...
Uso para não me doer tanto se pensar!
Treme a mão neste meu traço,
Enquanto espero pelo abraço,
Enquanto espero pelo tempo,
Das coisas que eu invento...
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Sombra de mim
Vou ficando uma sombra de mim...
A força começa a ceder
Ou então vem em lufadas
Empurra as nuvens malfadadas,
As noites mal dormidas,
Recordações esquecidas,
Que embalam o pensamento,
E o tornam num tormento.
É este sentir que me aquece
Que me consola ou aborrece,
Em que busco o meu esconderijo
É para ele que me dirijo
Tento arranjar mais coragem
E avanço, sigo a viagem.
Sem vontade para correr
Sem sorrisos mas sem querer
Parece que tudo arrasa
Enquanto o amanhecer já atrasa
E não vejo a alvorada
Não vejo esperança, nem nada...
A força começa a ceder
Ou então vem em lufadas
Empurra as nuvens malfadadas,
As noites mal dormidas,
Recordações esquecidas,
Que embalam o pensamento,
E o tornam num tormento.
É este sentir que me aquece
Que me consola ou aborrece,
Em que busco o meu esconderijo
É para ele que me dirijo
Tento arranjar mais coragem
E avanço, sigo a viagem.
Sem vontade para correr
Sem sorrisos mas sem querer
Parece que tudo arrasa
Enquanto o amanhecer já atrasa
E não vejo a alvorada
Não vejo esperança, nem nada...
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